[EXCLUSIVO] Rapercussion ‘rejeita’ G-Dragon e Zion Luz diz chorar por Ivete Sangalo

Rapercussion no Brasil
Espírito (subunidade do bloco Rapercussion) em apresentação no teatro do MUBE, em São Paulo. Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
O subgrupo do bloco de batucada Rapercussion, Espirito, visitou país pela primeira vez esse ano e aproveitou para falar com o SarangInGayo sobre sua paixão e trabalho com os diversos ritmos brasileiros

 

“Viralizado” pelo vídeo do cover de Swing da Cor – canção popularizada nos anos 1990 pela cantora baiana, Daniela Mercury – o bloco sul-coreano de batucada, Rapercussion, caiu nas graças dos brasileiros em 2014, com sua entusiasmada interpretação dos típicos ritmos brasileiros. Considerado o maior (e mais importante) grupo de música brasileira da nação sul-coreana, eles mantêm o dinamismo dos nossos gêneros locais (axé, batucada), misturando performances de dança afro e capoeira à música, em suas apresentações ao vivo. O “Olodum Coreano” sobra em energia e carisma, além de demonstrar grande paixão pela cultura brasileira como um todo.

O grupo foi fundado em 2008, após o percussionista e líder, Zion Luz, e seu irmão (o baterista Recto Luz) morarem por alguns meses no Brasil. O contato direto dos irmãos Luz com a música popular brasileira os inspirou a reunir músicos com gostos semelhantes, assim que voltaram para a Coreia. Hoje em dia, são mais de 100 integrantes, de idades e níveis de experiência diferentes, com o objetivo de criar e apresentar novas formas de música aos sul-coreanos.  O Rapercussion é o artista principal da P.Bro Sound Entertainment, também fundada por Zion, agência criada no mesmo ano do bloco, para popularizar a música brasileira na Coreia do Sul. Hoje em dia, a P.Bro Sound também conta com respeitados artistas do cenário Hip-Hop coreano em seu casting, como a legendária dupla Garion (MC Meta e Naachal) e os rappers SAPO e Be-All, além do projeto de Hip-Hop Everyone’s Mic.

Os irmãos, Recto (esq.) e Zion Luz (dir.). Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
Os irmãos, Recto (esq.) e Zion Luz (dir.). Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)

Espirito é o subgrupo de Samba-Rock/Pagode do Rapercussion, composto pelos irmãos Luz, a vocalista Linda HyeRim e os integrantes Lee BoRam, Yeop Yui, Sori Jeong, Grace Seo e Lee JanDee; Enquanto P.Bro Duo é o projeto paralelo de percussão de Zion e Recto, que chama atenção por transformar objetos “abandonados” – desde baldes de plástico e vegetais, a aparelhos eletrônicos – em instrumentos musicais e incorporar o som peculiar produzido, aos instrumentos habituais de percussão (bateria e atabaque, por exemplo). Para os irmãos Luz, a música é lugar para inovar na hora de expressar paixões e sentimentos: não ha limite.

Já no Brasil, em meio a 52 peças artísticas (entre esculturas e quadros), os irmãos Luz apresentaram sua própria versão do encontro entre a Coreia do Sul e o ocidente, tirando música de diversos objetos de plástico e pratos de bateria, na cerimônia de abertura da exposição de arte contemporânea sul-coreana, Plenitude Vazia. E, divulgados como Rapercussion, os integrantes da Espirito tomaram conta do pequeno teatro do MUBE (Museu Brasileiro da Escultura), com um pocket show de encerramento para o mesmo evento, no começo desse ano. Sob o comando da potente voz de Linda – e com um charmoso sotaque adicionado ao seu ótimo português –  o breve repertório contou com clássicos da MPB, como Não Deixe o Samba Morrer – clássico popularizado na voz da sambista Alcione – e Simples Desejo, de Luciana Mello. Surpreendentemente, o grupo também apresentou um cover da música Geehit do grupo fenômeno do K-Pop, Girls’ Generation – em uma animada versão samba-rock. Veja abaixo a GALERIA DE FOTOS do show:

A apresentação na exposição artística foi o último compromisso na agenda dos oito músicos, que se ocuparam em divulgar seu trabalho com a música brasileira pelo Rio de Janeiro, com a gravação do programa Cadeirão do Huck (Globo), e, em São Paulo, com a gravação dos programas Domingo Legal (SBT) e Programa da Sabrina Sato (Record). O grupo deixou a Bahia como último ponto de seu itinerário – fechando a experiência de mais de um mês no país, no berço do axé e da batucada – apenas para aproveitar o famoso Carnaval de Salvador. “Estou muito ansiosa por conhecer a Bahia. Mesmo que já tenha adorado o Rio e São Paulo, sinto que o melhor dessa viagem ainda está por vir”, comenta Linda, quando o grupo ainda aproveitava a eclética loucura da capital paulista.

O líder Zion Luz, um dos músicos mais respeitados por seu conhecimento e trabalho com percussão latina, também é produtor musical e já trabalhou com nomes como Lee HyoRi e Rain, além de produzir canções e arranjos especiais para programas como Immortal Song e artistas de outras empresas e segmentos. Ele revela que já recusou uma colaboração do bloco com o rapper, produtor e líder do grupo Big Bang, G-Dragon.

 

“Nós recusamos (a parceria musical com G-Dragon) porque tínhamos programado uma apresentação em um festival. Eu me arrependo muito disso, agora (risos)” – Zion Luz

 

Outra divergência de agendas entre o Rapercussion e artistas da YG Entertainment – a maior agência da Coreia do Sul –  foi a colaboração com CL (líder do supergrupo feminino, 2NE1), adiada, também, com a vinda da artista ao Brasil, como participação especial junto ao bloco, no início de 2015. “Esse ano, ela (CL) foi para os Estados Unidos trabalhar em seu álbum solo e sua estreia americana. Nossas agendas se desencontraram”. Dentre os artistas brasileiros, o produtor confessa ser fã assumido da cantora Ivete Sangalo, “Eu choro se vê-la na minha frente (risos)”. 

Apesar do desencontro com dois dos mais conhecidos nomes da música Pop coreana na atualidade, Zion garante que o Rapercussion pretende trabalhar com algum jovem ídolo ou grupo do K-Pop durante a composição do segundo álbum oficial do grupo,  em produção nos últimos meses. “Estaremos completamente focados em nosso próximo trabalho, assim que voltarmos para a Coreia”. No decorrer do ano, o Rapercussion participou de inúmeros festivais musicais, em paralelo à dedicação ao trabalho de estudio. Na semana passada, o bloco levou um trio elétrico em plenos Seoul University-Avenue Festival e HI Seoul Festival, transformando as ruas da metrópole coreana em Carnavais fora de época (e de país).

BoRam (esq.) e Linda (dir.) Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
BoRam (esq.) e Linda (dir.) Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)

Esbanjando simpatia, Zion se mostrou curioso em saber como duas brasileiras – a repórter, Érica Imenes, e a fotógrafa, Cinthya Tognini – se envolveram com a cultura coreana. Arriscando um pouco de inglês (antes da chegada do tradutor português/coreano), o artista ficou interessado com a breve história sobre o trabalho do SIG e animado com a proposta do portal em trazer todos os aspectos da Onda Hallyu aos brasileiros, e não só através do K-Pop. À mesa, coreanos e brasileiros – tão distantes em geografia, idade e referências – descobriam ali, algo em comum: o amor e dedicação pela cultura um do outro. Era uma ótima forma de dar início aos questionamentos sobre o extenso trabalho do Rapercussion, construído em cima de sua paixão pelo Brasil, mas executado do outro lado do mundo.

Zion, Recto, BoRam e Linda conversaram com o SarangInGayo com exclusividade, pouco antes de sua apresentação especial no MUBE. A mesa do pequeno café do museu – cenário do bate-papo – se encheu com histórias de amor dos representantes do Rapercussion / Espirito pela cultura local. Eles contam um pouco sobre o trabalho com o bloco, as experiências da primeira vinda ao país, planos futuros, e ainda deixam uma mensagem aos leitores do portal. Parte de sua experiência com o cenário Hip-Hop coreano irá ao ar em nossa coluna, Underseoul, e a conversa sobre moda e comportamento ficará a cargo das meninas do Girls On Fiction, em breve.

Zion Luz. Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
Zion Luz. Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)

 

Confira abaixo a entrevista EXCLUSIVA com o Rapercussion / Espirito:

SIG: São três álbuns na discografia do Rapercussion: Batucada Style (2011), Natal de Sambista (2013) e 우리들의 승리 (Nossa Vitória) (2014). Que diferenças, musicalmente falando, vocês podem pontuar de um trabalho para outro? Comente sobre a evolução musical do Rapercussion.

Zion: Nosso primeiro álbum é autoral, e os outros dois são álbuns especiais. Os especiais não são criações, são versões. No nosso álbum autoral, como o Batucada, desenvolvemos do zero nossas músicas, usamos nossas inspirações.

SIG: Dentro dessa discografia, se tivesse que escolher a música que mais representa o grupo: qual seria e por quê?

Rapercussion: A canção Coracao! Vibracao! (do primeiro álbum autoral)

Linda: Nós gostamos muito da canção, e eu particularmente prefiro o samba aos outros ritmos. É uma música que faz eu me sentir bem assim. E o resto do Rapercussion, que está na Coreia, sempre usa a música para agitar e ficam falando “Coracao! Vibracao!” (risos).

Zion: Eu gosto mais dessa porque fui eu que compus (risos).

SIG: O Grupo mistura ritmo afro – como a batucada – com samba, soul, reggae, axé. São todos ritmos bem distantes da música sul-coreana. Como foi o primeiro contato com esses gêneros? Como surgiu a ideia de montar o Rapercussion?

Zion: A primeira vez que eu tive o contato com o Brasil foi também meu primeiro contato com esse tipo de música. E eu gosto muito, eu amo o Brasil. Eu morei aqui no país e, quando voltei pra Coreia, pensei em formar o Rapercussion. Eu ouvi os ritmos brasileiros e pensei “eu quero fazer isso”. O Brasil me deu a inspiração para começar esse trabalho, foi após ouvir e gostar muito de samba que tudo aconteceu.

SIG: Vocês têm uma subunidade do Rapercussion, o grupo Espirito. Além da dupla dos irmãos Luz (Recto e Zion), a P.Bro Duo. Podem comentar, brevemente, sobre a diferença de música e conceito dessas subunidades para o Rapercussion como um todo?

Zion e Recto: Wow, vocês conhecem tudo de nós! (risos).

Zion: O P.Bro Duo é para instrumentos de percussão, e não tem um gênero certo, são só as batidas; Espirito é o time de samba e MPB; E o Rapercussion é a batucada. Acho que o Rapercussion tem mais liberdade para misturar ritmos, também, porque também podemos fazer mais participações, com diferentes artistas.

SIG: Falando em participações, isso nos leva a próxima pergunta:  Rapercussion já trabalhou com grandes nomes da música coreana, como Lee HyoRi, Rain, entre outros tantos, e inclusive em programas de TV, como o Immortal Song, até pelo fato de Zion Luz ser produtor e fazer parte de outros projetos como a YEIZON. Nessas tantas parcerias musicais, alguma marcou mais para vocês? Ou existe um trabalho do qual mais gostaram de fazer?

Zion: Por enquanto não (risos). Foram bons trabalhos, mas super marcantes, ainda não.

BoRam. Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
BoRam. Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
Os Irmãos Recto (esq.) e Zion (dir.). Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
Os Irmãos Recto (esq.) e Zion (dir.). Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)

SIG: Existe alguma colaboração entre vocês e algum artista ou grupo coreano dos quais vocês gostariam de fazer, porém, ainda não tiveram a oportunidade?

Zion: 2NE1! (risos) Elas tem uma energia ótima enquanto fazem sua performance, é sempre divertido. Também, nós recusamos (a parceria musical com G-Dragon) porque tínhamos programado uma apresentação em um festival. Eu me arrependo muito disso, agora (risos). Nós temos vontade de colaborar com artistas representantes da Hallyu, mais pra frente.

SIG: Por ser um país tradicional da Ásia, ainda existem relatos de preconceito racial em seu país natal. Conte-nos um pouco sobre a recepção do público coreano em relação à proposta do Rapercussion, que leva tantos aspectos da música brasileira e da cultura afro a Coréia do Sul.

Linda: A música popular coreana, o Gayo, sempre foi mais aceita antes, pelas pessoas na Coreia. Ela é mais lenta e emotiva. Mas hoje em dia, as pessoas procuram algo mais alegre para ouvir em casa, ou ir em cafés e ouvir ao fundo, querem se divertir. As pessoas vêem nosso trabalho e falam “eu gosto disso! eu gosto disso!”, então tem ficado mais fácil para aceitarem e somos bem recebidos.

SIG: Sobre a agência dos irmãos Luz, a P.Bro Sound: como surgiu e porque montar uma agência própria?

Zion: Quando começamos o Rapercussion era mais sossegado. Mas começamos a fazer mais e mais shows e ficou difícil. Com isso decidimos abrir a empresa para cuidar melhor dessa parte, mas temos outros artistas também. Hoje em dia, aumentamos a lista de artistas da agência: o Rapercussion, que é o que tem mais trabalhos e o foco, depois o P.Bro Duo (risos) e depois o Garion, SAPO e Be-All. Mas o Rapercussion é meu favorito (risos).

SIG: (Para Zion) Apesar de voltada para a cultura brasileira, a P.Bro Sound também tem projetos voltados para o Hip-Hop, como citado. Tem o projeto Everyone’s Mic,além de agenciar a dupla Garion (MC Meta e Naachal) – considerados lendas no cenário hip-hop coreano – e os rappers SAPO e Be-All. Como o Hip-Hop faz parte de sua história como músico/produtor e por que incluir artistas desse gênero em uma agência cuja proposta já e tão diferente do que se vê na Coreia do Sul?

Zion: Antes de me envolver com a música brasileira, eu já era apaixonado pelo Hip-Hop. Eu já trabalhei com o Garion antes. O projeto Everyone’s Mic é um projeto que cresceu bastante, junto com todo o cenário Hip-Hop na Coreia do Sul, já tem programas só para rappers como Show Me The Money (que eu também já trabalhei). Vocês conhecem?

SIG: Sim! Inclusive, esse programa e o Unpretty Rapstar – só para rappers mulheres – fazem sucesso aqui no Brasil!

Zion: De quem o público daqui gosta mais?

SIG: Pelo o que vemos, a personalidade e habilidade da Cheetah e Jessi parecem fazer mais sucesso com o público brasileiro (risos)

Zion: Eu já trabalhei com a Cheetah! Vou falar pra ela que gostam dela aqui no Brasil! (risos)

BoRam (esq.) e Linda (dir.) Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
BoRam (esq.) e Linda (dir.) Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)

SIG: Em 2014 vocês acabaram “viralizando” no Brasil por conta de um vídeo onde aparecem apresentando na rua a canção Swing da Cor, de Daniela Mercury. Qual foi a reação de vocês ao saber desse reconhecimento por parte do público brasileiro?

Zion: Nós postamos o vídeo no Facebook. No começo tomamos um susto com o número de compartilhamentos! (risos) Ficamos muito alegres, quado vimos. Principalmente, porque foi o próprio público brasileiro que estava aceitando nosso trabalho com a música do Brasil.

SIG: E com essa ótima aceitação por parte do público brasileiro com o trabalho de vocês, há planos de algum dia trazer outros artistas da P.Bro Sound ao Brasil?

Zion: Claro que pensamos! Mas é complicado… Estamos tentando preparar novo trabalho, para voltar no próximo ano ao Brasil. Queríamos voltar ainda esse ano, mas vamos nos preparar melhor para, quem sabe, voltar em 2016.

SIG: Vocês poderiam voltar para fazer um Bloco de Rua do Rapercussion, o que acham?

Zion: Sim! Seria ótimo se nos ajudassem a conseguir isso. OBRIGADO! (em português)

SIG: Existe algum artista brasileiro do qual vocês gostariam de fazer uma colaboração? Uma página brasileira publicou um rumor de que tentariam falar com Daniela Mercury, para planejar uma colaboração entre vocês. Seriam só rumores? Essa ideia de parceria deu certo? Se sim, vocês podem revelar detalhes sobre essa colaboração?

Zion: Nós entramos em contato por e-mail, mas sem resposta (risos). E eu sou apaixonado pela Ivete Sangalo. TE AMO! (risos). Eu choro se a vejo na minha frente. Você gosta de 2NE1, né? Então, eu sou louco pela Ivete Sangalo. (risos). E nós estávamos em contato com a YG Entertainment, para a participação com a CL, do 2NE1, aliás, mas não deu certo de ela vir conosco, por causa da agenda dela.

SIG: O próximo destino do Rapercussion é a Bahia, berço do axé e da batucada no país. Vocês podem compartilhar seus planos e expectativas sobre essa fase da viagem de vocês pelo Brasil?

Zion: Eu sempre quis ver o Carnaval. Quero que todo o meu time curta a energia do Carnaval de Salvador, aproveite bastante, e voltamos para trabalhar muito durante o ano. Mas os planos para a última parte da viagem é aproveitar demais.

SIG: Os irmãos Luz já moraram aqui no Brasil. Qual a impressão que nosso país deixou para as outras integrantes que estão aqui pela primeira vez?

Linda: Primeira coisa que pensei quando cheguei aqui foi “Isso é real!”. Quando minha ficha caiu, eu comecei a chorar, vendo a música brasileira que eu gosto ao vivo.

BoRam: No começo eu fiquei um pouco assustada com a cidade grande, andando pelo centro. Fomos no MASP, e tinham muitas pessoas vivendo na rua. Mas independente disso, nós fizemos um pequeno show no vão do MASP e naquele momento eu percebi que os brasileiros gostam mesmo de samba, o que é diferente da Coreia. Lá tem muitos estilos, e nem todo mundo gosta da música coreana. E aqui não é assim.

SIG: Se pudessem recomendar um lugar no Brasil, uma comida típica local, e um artista brasileiro, aos coreanos leigos sobre nosso país e cultura: onde, o quê e quem recomendariam?

Linda: Na comida, gosto muito de Pão de queijo e feijoada! Artista, Cláudia Leite. De lugar, não conheci muito daqui ainda. Eu estou esperando muito da nossa ida à Bahia!

Recto: Pastel de queijo (risos); Artista, Martinália; E lugar, Ipanema!

Zion: Eu prefiro a comida coreana, ainda (risos) porque a brasileira é muito salgada, e a sobremesa daqui é muito doce (risos); Artista, eu gosto de Chico Buarque e o Pelourinho, na Bahia.

SIG: Quais os planos do Rapercussion para 2015 e o futuro?

Zion: Esse ano, nós focamos no novo álbum oficial e novos especiais, também. Esse vai ser nosso trabalho durante todo o ano!

SIG: Por favor, deixe um recado aos leitores do SarangInGayo!

Zion: SarangInGayo, muito obrigado por nos apoiar! Brasil, obrigado por nos receber! Vamos trabalhar muito para voltar e retornar esse carinho, mas somos muito agradecidos pela recepção. Tchau tchau!

(da esq. pra dir.) Recto, Zion, BoRam e Linda. Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)
(da esq. pra dir.) Recto, Zion, BoRam e Linda. Foto: Cinthya Tognini (SarangInGayo)

 

O grupo ainda não liberou informações a respeito do lançamento do novo trabalho de estúdio, mas já expressou o desejo de retornar ao Brasil em 2016, para protagonizar algum eventual festival que promova a interação cultural entre a Coreia do Sul e o Brasil, na época do Carnaval. Para acompanhar novidades sobre o grupo, siga e curta @Rapercussion nas redes sociais e pela tag Rapercussion, aqui no SarangInGayo.

 

Por favor, não retire do SarangInGayo sem os devidos créditos.

Post Author: Erica Imenes

Érica Imenes ('89 line), São Paulo. Formada em Produção Audiovisual e formanda em Jornalismo trabalha com eventos, comunicação e artes ha 10 anos. É a metade criativa da coluna de Moda e Comportamento do SarangInGayo, Girls On Fiction, faz freelas de Make-Up Artist desde 2011 e também co-produz o novo canal de comunicação do site, o SIG TV. Considera impossível amor sem café e chocolate, e é fã assumida de 2NE1, BEAST e BTS. Junto a família SarangInGayo, Érica pretende trabalhar duro em prol da disseminação da cultura sul-coreana no Brasil e espalhar o espírito "fighting" da Onda Hallyu no país.